quarta-feira, 12 de junho de 2013


Reciclagem de lâmpadas fluorescentes


Desde o apagão de 2001, quando as chamadas lâmpadas econômicas se incorporaram à vida brasileira, o consumo desse tipo de produto manteve-se em escala ascendente. Só nos últimos quatro anos, a média de crescimento foi da ordem de 20% ao ano.
O volume de importações em 2007 ficou em aproximadamente 80 milhões de unidades, vindas quase todas da China, país que lidera a fabricação no continente asiático, onde esse processo está concentrado.
Descarte
Por outro lado, se cresce ininterruptamente a preferência por esse tipo de lâmpada, em cujo interior há mercúrio - substância poluente -, é de se esperar que o descarte adequado do produto pós-consumo seja alvo de total atenção por parte dos importadores e do poder público.
Como o mercúrio contido nas lâmpadas fluorescentes contamina as águas subterrâneas
1. Lâmpadas fluorescentes são jogadas no lixo
2. Lâmpadas fluorescentes se juntam a muitas outras em um aterro sanitário

3. Mercúrio que estava dentro da lâmpada é liberado no solo quando ela se quebra

4. Mercúrio atinge o lençol freático.
As lâmpadas fluorescentes contêm pequenas quantidades de mercúrio, substância altamente tóxica. É conveniente orientar os faxineiros a não quebrar as lâmpadas, e lidar com elas usando luvas. Se alguma se quebrar, ventilar o ambiente. A quantidade de mercúrio presente em uma lâmpada fluorescente, cerca de 20 mg nas tubulares, não é suficiente para uma intoxicação, mas pelo perigo da substância, vale a pena proteger-se.
A intoxicação grave por mercúrio pode causar problemas respiratórios, neurológicos, gastrointestinais e até matar.
A atual situação brasileira, com o crescimento do uso destas lâmpadas e com praticamente nenhuma legislação a respeito, tem como conseqüência clara a contaminação do meio ambiente. Cada fluorescente que você joga no lixo junta-se a milhares de outras nos aterros sanitários. Quando quebram, liberam o mercúrio no solo. Ele é levado para os lençóis freáticos com a ajuda do chorume, o líquido liberado pela decomposição do lixo orgânico. Pode contaminar rios, poços, lavouras, animais, e por fim os homens.
A ABilumi (Associação Brasileira de Importadores de Produtos de Iluminação) identificou, no Brasil, apenas dez empresas que oferecem serviço de reciclagem de lâmpadas, a maior parte das quais em São Paulo (veja a lista no final da página). O número já é pequeno e, para piorar, a logística de transporte de resíduos perigosos - o caso em questão - torna-se especialmente complexa em função da legislação brasileira sobre o tema.
Da carga ao veículo, passando pelo condutor deste, são exigidas documentações, classificações e advertências - uma burocracia pautada pelo rigor. A preocupação é correta, louvável, mas um pouco mais de flexibilidade nessa operação contribuiria para facilitar, em grande parte, qualquer esforço pela reciclagem.
A ABilumi cita o exemplo da norma norte-americana Standards for Universal Waste Management - 40 CFR Part 273 Subpart B, que estabelece regras especiais para o transporte de resíduos perigosos em pequenas quantidades. O limite para encaixar-se nessa legislação é de até 5 toneladas.
Conforme a entidade, a simplificação do transporte de pequenas quantidades de lâmpadas queimadas tem como objetivo facilitar que o consumidor possa destinar corretamente os seus resíduos. Devido á baixa concentração do lixo, a toxidade também é baixa.
O efeito prático da norma nos EUA é reduzir o custo da logística reversa sem que o risco aumente significativamente. É permitido que os postos de coleta armazenem por até 10 dias tal quantidade de lâmpadas (até 5 toneladas), sem a necessidade de grandes investimentos e autorizações dos órgãos ambientais.
Em suma, nos EUA, tanto a destinação dos resíduos pelo consumidor como a coleta e armazenamento de pequenas quantidades de lâmpadas têm menos exigências que no Brasil.
Cuidados
O consumidor também precisa ter cuidados no manuseio e uso das lâmpadas fluorescentes, especialmente se houver quebra de uma delas, o que libera o mercúrio no ar. Confira a seguir os procedimento recomendados pela ABilumi nessa circunstância.
Não usar equipamento de aspiração para a limpeza;
Logo após o acidente, abrir todas as portas e janelas do ambiente, aumentando a ventilação;
Ausentar-se do local por, no mínimo, 15 minutos;
Após 15 minutos, colete os cacos de vidro e coloque-os em saco plástico. Procure utilizar luvas e avental para evitar contato do material recolhido com a pele;
Com a ajuda de um papel umedecido, colete os pequenos resíduos que ainda restarem;
Coloque o papel dentro de um saco plástico e feche-o;
Coloque todo o material dentro de um segundo saco plástico. Assim que possível, lacre o saco plástico evitando a contínua evaporação do mercúrio liberado;
Logo após o procedimento, lave as mãos com água corrente e sabão.
2. Lâmpadas fluorescentes se juntam a muitas outras em um aterro sanitário
3. Mercúrio que estava dentro da lâmpada é liberado no solo quando ela se quebra

4. Mercúrio atinge o lençol freático.
As lâmpadas fluorescentes contêm pequenas quantidades de mercúrio, substância altamente tóxica. É conveniente orientar os faxineiros a não quebrar as lâmpadas, e lidar com elas usando luvas. Se alguma se quebrar, ventilar o ambiente. A quantidade de mercúrio presente em uma lâmpada fluorescente, cerca de 20 mg nas tubulares, não é suficiente para uma intoxicação, mas pelo perigo da substância, vale a pena proteger-se.
A intoxicação grave por mercúrio pode causar problemas respiratórios, neurológicos, gastrointestinais e até matar.
A atual situação brasileira, com o crescimento do uso destas lâmpadas e com praticamente nenhuma legislação a respeito, tem como conseqüência clara a contaminação do meio ambiente. Cada fluorescente que você joga no lixo junta-se a milhares de outras nos aterros sanitários. Quando quebram, liberam o mercúrio no solo. Ele é levado para os lençóis freáticos com a ajuda do chorume, o líquido liberado pela decomposição do lixo orgânico. Pode contaminar rios, poços, lavouras, animais, e por fim os homens.
A ABilumi (Associação Brasileira de Importadores de Produtos de Iluminação) identificou, no Brasil, apenas dez empresas que oferecem serviço de reciclagem de lâmpadas, a maior parte das quais em São Paulo (veja a lista no final da página). O número já é pequeno e, para piorar, a logística de transporte de resíduos perigosos - o caso em questão - torna-se especialmente complexa em função da legislação brasileira sobre o tema.
Da carga ao veículo, passando pelo condutor deste, são exigidas documentações, classificações e advertências - uma burocracia pautada pelo rigor. A preocupação é correta, louvável, mas um pouco mais de flexibilidade nessa operação contribuiria para facilitar, em grande parte, qualquer esforço pela reciclagem.
A ABilumi cita o exemplo da norma norte-americana Standards for Universal Waste Management - 40 CFR Part 273 Subpart B, que estabelece regras especiais para o transporte de resíduos perigosos em pequenas quantidades. O limite para encaixar-se nessa legislação é de até 5 toneladas.
Conforme a entidade, a simplificação do transporte de pequenas quantidades de lâmpadas queimadas tem como objetivo facilitar que o consumidor possa destinar corretamente os seus resíduos. Devido á baixa concentração do lixo, a toxidade também é baixa.
O efeito prático da norma nos EUA é reduzir o custo da logística reversa sem que o risco aumente significativamente. É permitido que os postos de coleta armazenem por até 10 dias tal quantidade de lâmpadas (até 5 toneladas), sem a necessidade de grandes investimentos e autorizações dos órgãos ambientais.
Em suma, nos EUA, tanto a destinação dos resíduos pelo consumidor como a coleta e armazenamento de pequenas quantidades de lâmpadas têm menos exigências que no Brasil.
Cuidados
O consumidor também precisa ter cuidados no manuseio e uso das lâmpadas fluorescentes, especialmente se houver quebra de uma delas, o que libera o mercúrio no ar. Confira a seguir os procedimento recomendados pela ABilumi nessa circunstância.
Não usar equipamento de aspiração para a limpeza;
Logo após o acidente, abrir todas as portas e janelas do ambiente, aumentando a ventilação;
Ausentar-se do local por, no mínimo, 15 minutos;
Após 15 minutos, colete os cacos de vidro e coloque-os em saco plástico. Procure utilizar luvas e avental para evitar contato do material recolhido com a pele;
Com a ajuda de um papel umedecido, colete os pequenos resíduos que ainda restarem;
Coloque o papel dentro de um saco plástico e feche-o;
Coloque todo o material dentro de um segundo saco plástico. Assim que possível, lacre o saco plástico evitando a contínua evaporação do mercúrio liberado;
Logo após o procedimento, lave as mãos com água corrente e sabão.
3. Mercúrio que estava dentro da lâmpada é liberado no solo quando ela se quebra
4. Mercúrio atinge o lençol freático.
As lâmpadas fluorescentes contêm pequenas quantidades de mercúrio, substância altamente tóxica. É conveniente orientar os faxineiros a não quebrar as lâmpadas, e lidar com elas usando luvas. Se alguma se quebrar, ventilar o ambiente. A quantidade de mercúrio presente em uma lâmpada fluorescente, cerca de 20 mg nas tubulares, não é suficiente para uma intoxicação, mas pelo perigo da substância, vale a pena proteger-se.
A intoxicação grave por mercúrio pode causar problemas respiratórios, neurológicos, gastrointestinais e até matar.
A atual situação brasileira, com o crescimento do uso destas lâmpadas e com praticamente nenhuma legislação a respeito, tem como conseqüência clara a contaminação do meio ambiente. Cada fluorescente que você joga no lixo junta-se a milhares de outras nos aterros sanitários. Quando quebram, liberam o mercúrio no solo. Ele é levado para os lençóis freáticos com a ajuda do chorume, o líquido liberado pela decomposição do lixo orgânico. Pode contaminar rios, poços, lavouras, animais, e por fim os homens.
A ABilumi (Associação Brasileira de Importadores de Produtos de Iluminação) identificou, no Brasil, apenas dez empresas que oferecem serviço de reciclagem de lâmpadas, a maior parte das quais em São Paulo (veja a lista no final da página). O número já é pequeno e, para piorar, a logística de transporte de resíduos perigosos - o caso em questão - torna-se especialmente complexa em função da legislação brasileira sobre o tema.
Da carga ao veículo, passando pelo condutor deste, são exigidas documentações, classificações e advertências - uma burocracia pautada pelo rigor. A preocupação é correta, louvável, mas um pouco mais de flexibilidade nessa operação contribuiria para facilitar, em grande parte, qualquer esforço pela reciclagem.
A ABilumi cita o exemplo da norma norte-americana Standards for Universal Waste Management - 40 CFR Part 273 Subpart B, que estabelece regras especiais para o transporte de resíduos perigosos em pequenas quantidades. O limite para encaixar-se nessa legislação é de até 5 toneladas.
Conforme a entidade, a simplificação do transporte de pequenas quantidades de lâmpadas queimadas tem como objetivo facilitar que o consumidor possa destinar corretamente os seus resíduos. Devido á baixa concentração do lixo, a toxidade também é baixa.
O efeito prático da norma nos EUA é reduzir o custo da logística reversa sem que o risco aumente significativamente. É permitido que os postos de coleta armazenem por até 10 dias tal quantidade de lâmpadas (até 5 toneladas), sem a necessidade de grandes investimentos e autorizações dos órgãos ambientais.
Em suma, nos EUA, tanto a destinação dos resíduos pelo consumidor como a coleta e armazenamento de pequenas quantidades de lâmpadas têm menos exigências que no Brasil.
Cuidados
O consumidor também precisa ter cuidados no manuseio e uso das lâmpadas fluorescentes, especialmente se houver quebra de uma delas, o que libera o mercúrio no ar. Confira a seguir os procedimento recomendados pela ABilumi nessa circunstância.
Não usar equipamento de aspiração para a limpeza;
Logo após o acidente, abrir todas as portas e janelas do ambiente, aumentando a ventilação;
Ausentar-se do local por, no mínimo, 15 minutos;
Após 15 minutos, colete os cacos de vidro e coloque-os em saco plástico. Procure utilizar luvas e avental para evitar contato do material recolhido com a pele;
Com a ajuda de um papel umedecido, colete os pequenos resíduos que ainda restarem;
Coloque o papel dentro de um saco plástico e feche-o;
Coloque todo o material dentro de um segundo saco plástico. Assim que possível, lacre o saco plástico evitando a contínua evaporação do mercúrio liberado;
Logo após o procedimento, lave as mãos com água corrente e sabão.
4. Mercúrio atinge o lençol freático.
As lâmpadas fluorescentes contêm pequenas quantidades de mercúrio, substância altamente tóxica. É conveniente orientar os faxineiros a não quebrar as lâmpadas, e lidar com elas usando luvas. Se alguma se quebrar, ventilar o ambiente. A quantidade de mercúrio presente em uma lâmpada fluorescente, cerca de 20 mg nas tubulares, não é suficiente para uma intoxicação, mas pelo perigo da substância, vale a pena proteger-se.
A intoxicação grave por mercúrio pode causar problemas respiratórios, neurológicos, gastrointestinais e até matar.
A atual situação brasileira, com o crescimento do uso destas lâmpadas e com praticamente nenhuma legislação a respeito, tem como conseqüência clara a contaminação do meio ambiente. Cada fluorescente que você joga no lixo junta-se a milhares de outras nos aterros sanitários. Quando quebram, liberam o mercúrio no solo. Ele é levado para os lençóis freáticos com a ajuda do chorume, o líquido liberado pela decomposição do lixo orgânico. Pode contaminar rios, poços, lavouras, animais, e por fim os homens.
A ABilumi (Associação Brasileira de Importadores de Produtos de Iluminação) identificou, no Brasil, apenas dez empresas que oferecem serviço de reciclagem de lâmpadas, a maior parte das quais em São Paulo (veja a lista no final da página). O número já é pequeno e, para piorar, a logística de transporte de resíduos perigosos - o caso em questão - torna-se especialmente complexa em função da legislação brasileira sobre o tema.
Da carga ao veículo, passando pelo condutor deste, são exigidas documentações, classificações e advertências - uma burocracia pautada pelo rigor. A preocupação é correta, louvável, mas um pouco mais de flexibilidade nessa operação contribuiria para facilitar, em grande parte, qualquer esforço pela reciclagem.
A ABilumi cita o exemplo da norma norte-americana Standards for Universal Waste Management - 40 CFR Part 273 Subpart B, que estabelece regras especiais para o transporte de resíduos perigosos em pequenas quantidades. O limite para encaixar-se nessa legislação é de até 5 toneladas.
Conforme a entidade, a simplificação do transporte de pequenas quantidades de lâmpadas queimadas tem como objetivo facilitar que o consumidor possa destinar corretamente os seus resíduos. Devido á baixa concentração do lixo, a toxidade também é baixa.
O efeito prático da norma nos EUA é reduzir o custo da logística reversa sem que o risco aumente significativamente. É permitido que os postos de coleta armazenem por até 10 dias tal quantidade de lâmpadas (até 5 toneladas), sem a necessidade de grandes investimentos e autorizações dos órgãos ambientais.
Em suma, nos EUA, tanto a destinação dos resíduos pelo consumidor como a coleta e armazenamento de pequenas quantidades de lâmpadas têm menos exigências que no Brasil.
Cuidados
O consumidor também precisa ter cuidados no manuseio e uso das lâmpadas fluorescentes, especialmente se houver quebra de uma delas, o que libera o mercúrio no ar. Confira a seguir os procedimento recomendados pela ABilumi nessa circunstância.
Não usar equipamento de aspiração para a limpeza;
Logo após o acidente, abrir todas as portas e janelas do ambiente, aumentando a ventilação;
Ausentar-se do local por, no mínimo, 15 minutos;
Após 15 minutos, colete os cacos de vidro e coloque-os em saco plástico. Procure utilizar luvas e avental para evitar contato do material recolhido com a pele;
Com a ajuda de um papel umedecido, colete os pequenos resíduos que ainda restarem;
Coloque o papel dentro de um saco plástico e feche-o;
Coloque todo o material dentro de um segundo saco plástico. Assim que possível, lacre o saco plástico evitando a contínua evaporação do mercúrio liberado;
Logo após o procedimento, lave as mãos com água corrente e sabão.

No Brasil são consumidas cerca de 100 milhões de lâmpadas fluorescentes por ano. Desse total, 94% são descartadas em aterros sanitários, sem nenhum tipo de tratamento, contaminando o solo e a água com metais pesados.

Lâmpadas Ecológicas
Lâmpadas Ecológicas. Veja aqui algumas dicas de lâmpadas ecológicas, considerando o enorme consumo destas lâmpadas e com a preferência pelas lâmpadas fluorescentes, aumentou a  quantidade de lâmpadas incandescentes acumuladas em diversos locais.  No entanto, com um pouco de imaginação, estas lâmpadas poderiam ser melhores aproveitadas e se tornarem algo extremamente útil e decorativo, como neste caso onde se tornaram vasos para plantas de pequeno porte.
Lâmpadas Ecológicas



Consumo colaborativo: Uma nova prática na rede

Cada vez mais o consumo colaborativo se integra as redes sociais, o que aumenta seu raio de atuação e o número de adeptos. A possibilidade de trocar e vendar produtos usados, porem em perfeita condição de uso, divulgar serviços ou até mesmo o aluguel de diversos itens contribui para um freio no consumo individual e, com isso, benefícios ao meio ambiente com a diminuição da produção.
A expressão consumo colaborativo surgiu para caracterizar o contraponto do modelo de consumo excessivo dentro da sociedade norte americano na década de 1980. A ideia do movimento era mostrar que ter determinado objeto por um tempo pode ser uma opção mais vantajosa em comparação a sua posse permanente. O acesso ao produto por um determinado período é uma atitude dinâmica em relação à responsabilidade que se acarreta coma posse a longo prazo. Tal atitude valoriza a experiência em ter e compartilhar determinado bem de consumo.
Fatores influentes
De acordo com o blog Consumo Colaborativos alguns fatores foram responsáveis para o surgimento da prática. Entre eles estão à crise financeira de 2008, as redes sociais e a preocupação com o meio ambiente.
Após a crise financeira, em 2008, houve uma avaliação sobre a maneira que a sociedade tratava o dinheiro, além da reflexão sobre os valores sociais vividos. São elementos propícios para o surgimento de novos negócios, onde suprissem o acesso das pessoas aos produtos, junto com a necessidade de adquirir uma renda extra para melhorar as economias pessoais.
Já as redes sociais conseguiram agrupar consumidores com interesses em comuns, dispostos a compartilha-los. Este cenário é propício para a formação da rede de negócios colaborativos.
Com o atual foco nas atitudes sustentáveis possuir uma rede colaborativa de produtos não pertencente ao individuo, e sim a coletividade, é benéfica. A grande quantidade de produtos que se tem acesso estimula a diminuição da produção dos bens de consumo, já que compartilhar e reutilizar são as palavras chaves para o conceito.
A logística funcional
No consumo colaborativo não requer uma moeda fixa para o escambo como no comércio convencional, o que torna a estrutura de oferta e demanda não tão rígida. A prática comercial é a interação entre partes, onde não há mais separação entre vendedor e consumidor, todos são agente receptores.

A proporção de consumidores que se utilizam do movimento para aquisição de produtos no Brasil ainda é pequena, se comparada com países desenvolvidos. Porem alguns sites como BuscaLá, Dois Camelos e DescolaAí começam a se destacar nesse formato de comércio. 

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Treinamento de Motivação Para Funcionarios

 

 

  • Disponibilizar a cada um da equipe, uma ficha para o preenchimento de dados como o nome , setor e necessidades empresariais, ou seja, o que falta para cada um dentro da empresa.

     

     

  • Organização de dinâmicas mensais dentro dos setores, tentanto suprir todas as nescessidades citadas pelos mesmos!


Lâmpadas Ecológicas * Solar Lamp * X Turismo da 3º Idade * VBMI Agência de Viagens*


Nós da Solar Lamp iremos fornecer todas as Lâmpadas para os onibus e para a sede da empresa (VBMI) e em troca eles irão divulgar a nossa empresa nos ônibus!!


sábado, 1 de junho de 2013

Produtos:

  • Balizadores:
Balizador Solar Alumínio: 


Características                                                                                                                    Valor: 451,20 Reais
DisponibilidadeProduto em estoque para entrega imediata
FixaçãoCom parafusos/chumbadores no piso
Dimensões260 x 580
Fonte Luminosa20 led Branco super brilhante
AcionamentoAutomático na ausência de luminosidade , Possui ainda botão ON/OFF caso queira manter desligado também à noite.
Autonomia8 Horas com a bateria com carga plena (após um dia de sol intenso)
Fonte de EnergiaPainel solar fotovoltáico 9 V, 200 mA /Monocristalino
Bateria Recarregável9V 4 Amp Ciclo Profundo / Chumbo Acído Livre de Manutenção
MateriaisAluminio
Cores DisponiveisPreto
Peso8100
Dimensão Embalagem280 mm x 280 mm x 350 mm



Balizador Solar Estaca Aço Inox:


Características                                                                                                                                      Valor: 71,50 Reais
DisponibilidadeProduto em estoque para entrega imediata
FixaçãoTipo estaca para aplicação direta no solo, gramado.
DimensõesAltura: 488mm / Diâmetro 164mm
Fonte Luminosa1 Led Branco 5mm + 1 Super Led 0,4mm
Fluxo Luminoso15.000mcd
AcionamentoAutomático na ausência de luminosidade , Possui ainda botão ON/OFF caso queira manter desligado também à noite.
Autonomia8 Horas com a bateria com carga plena (após um dia de sol intenso)
Fonte de EnergiaPainel solar fotovoltaico 2V/45MA
Bateria Recarregável1 unid. AA NI-CD 1.2V 600MA
MateriaisAço inox, Acrílico transparente. Estaca em Plastico
Cores DisponiveisAço Inox Natural
Peso547
Dimensão Embalagem204mm x 170mm x 148mm
Atualização Dados01/06/2013


Balizador Solar Estaca Aço Inox



Características                                                                                                                  Valor: 78,00 Reais
DisponibilidadeProduto em estoque para entrega imediata
FixaçãoTipo estaca para aplicação direta no solo, gramado.
DimensõesAltura 540 mm - Diâmetro Lamp 150 mm
AcionamentoAutomático na ausência de luminosidade , Possui ainda botão ON/OFF caso queira manter desligado também à noite.
Autonomia8 Horas com a bateria com carga plena (após um dia de sol intenso)
Bateria Recarregável1 unid. AA NI-CD 1.2V 600MA
Cores DisponiveisAço Inox Natural
Peso696


Balizador Solar Decorativo Estaca Aço Inox/Vidro


Características                                                                                                                               Valor: 72,00
DisponibilidadeProduto em estoque para entrega imediata
*Observação ImportanteO led esta aplicado internamente na luminária e a luz do mesmo somente reflete sobre o circulo de vidro, criando uma aureula iluminada , ou seja a luz não se expande pelo ambiente.
FixaçãoTipo estaca para aplicação direta no solo, gramado.
Fonte Luminosa1 led branco 5mm
AcionamentoAutomático na ausência de luminosidade , Possui ainda botão ON/OFF caso queira manter desligado também à noite.
Autonomia8 a 10 Horas com a bateria com carga plena (após um dia de sol intenso)
Fonte de EnergiaPainel solar fotovoltáico 2V/60MA
Bateria Recarregável1 unid. AA NI-CD 1.2V 600MA
Peso775
Dimensão Embalagem182mm x 181mm x 133mm
Atualização Dados01/06/2013


Arandela Solar em Aço inox







Características                                                                                                                      Valor: 225,00 Reais
DisponibilidadeProduto em estoque para entrega imediata
FixaçãoCom parafusos/chumbadores na parede
Dimensões25mm*22mm*35mm
AcionamentoAutomático na ausência de luminosidade , Possui ainda botão ON/OFF caso queira manter desligado também à noite.
Fonte de EnergiaPainel solar fotovoltáico 2V/45MA
MateriaisAço inox, Acrilico transparente
Cores DisponiveisAço Inox Natural
Peso1437
Dimensão Embalagem344mm x 250mm x 220mm
Atualização Dados01/06/2013



Arandela Solar Aço inox 3 led's



Características                                                                                         Valor: 84,50 Reais
DisponibilidadeProduto em estoque para entrega imediata
FixaçãoTipo estaca para aplicação direta no solo, gramado.
DimensõesAltura 130 mm Diamêtro Lamp 150 mm
AcionamentoAutomático na ausência de luminosidade , Possui ainda botão ON/OFF caso queira manter desligado também à noite.
Autonomia8 Horas com a bateria com carga plena (após um dia de sol intenso)
Bateria Recarregável1 unid. AA NI-CD 1.2V 600MA
Cores DisponiveisAço Inox Natural
Peso780



Balizador Solar Articulado Em Resina





Características
DisponibilidadeProduto indisponível no momento,consulte-nos quanto ao prazo de entrega
FixaçãoApoiado diretamente sob a base
AcionamentoAutomático na ausência de luminosidade , Possui ainda botão ON/OFF caso queira manter desligado também à noite.
Bateria Recarregável1 unid. AA NI-CD 1.2V 600MA
Peso2584
Dimensão Embalagem365mm x 200mm x 200mm
Atualização Dados01/06/2013

sexta-feira, 31 de maio de 2013






O principal “produto” para a produção de energia através de painéis solares, é o sol. Deste modo, a transformação do espectro solar em energia acontece através da intensidade da luz. Quando nos deparamos com um dia de céu claro, sem nuvens, o painel está produzindo 100% da sua capacidade. No entanto, quando a insolação diminui de intensidade, a capacidade de geração de energia é afetada. Porém, mesmo em dias nublados ou chuvosos o painel solar é capaz de gerar energia. No geral, o sistema de painéis solares Fotovoltaico, quando fabricados, possuem o índice de consumo diário de energia do local onde será utilizado, assim, é calculada a quantidade de energia para ser gerada por dia.

Deste modo, os fabricantes afirmam que é possível ter o benefício das placas de energia entre 6 a 8 dias. Para tanto, a placa solar não acumula a energia produzida se não houver uma bateria para o armazenamento. Assim, caso não tenha bateria, não é possível usá-la em outros momentos, como a noite para ascender lâmpadas, por exemplo.

As lâmpadas ecológicas são de grande importância no mercado, para que futuramente não termos tantos danos decorrentes, e para isso nós agimos com um produto que se tem como principal a lâmpada recarregável, ou seja, de dia as pessoas não precisam ligar as luzes, pois já temos o privilegiado de ter a luz solar, então a energia que a mesma poupar será utilizada durante a noite!